Prefeitura de Salvador suspende expediente após ser alvo de vandalismo
Manifestação na Praça Municipal reuniu entidades estudantis que defendem o impeachment do prefeito; ato teve tentativa de invasão ao Palácio Thomé de Souza e registros de danos ao patrimônio público.
Resumo da notícia
- A Prefeitura de Salvador suspendeu o expediente no Palácio Thomé de Souza na tarde desta segunda-feira (26), após uma manifestação contra o prefeito Bruno Reis (União Brasil), na Praça Municipal.
- A mobilização foi convocada por entidades estudantis da Bahia, entre elas o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal da Bahia (Ufba).
- A pressão política também ganhou força nas redes sociais.
- O episódio ocorre após a crise no transporte coletivo registrada no domingo, quando interrupções em algumas garagens foram atribuídas pela Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) a ocorrências de adesivação clandestina de…
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A Prefeitura de Salvador suspendeu o expediente no Palácio Thomé de Souza na tarde desta segunda-feira (26), após uma manifestação contra o prefeito Bruno Reis (União Brasil), na Praça Municipal. Durante o protesto, manifestantes tentaram entrar no prédio, e foram registrados atos de vandalismo, com pichações e danos ao patrimônio público. Por segurança, as portas do edifício foram fechadas.
A mobilização foi convocada por entidades estudantis da Bahia, entre elas o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal da Bahia (Ufba). Os organizadores defendem a abertura de um processo de impeachment contra o prefeito, em meio à repercussão dos problemas registrados no transporte público da capital durante o segundo turno das eleições presidenciais, no domingo (25).
A pressão política também ganhou força nas redes sociais. Um abaixo-assinado que solicita à Câmara Municipal de Salvador a abertura de um processo de impeachment contra Bruno Reis ultrapassou 250 mil assinaturas nesta segunda-feira, após cerca de 24 horas de circulação.
O episódio ocorre após a crise no transporte coletivo registrada no domingo, quando interrupções em algumas garagens foram atribuídas pela Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) a ocorrências de adesivação clandestina de ônibus. A pasta informou que a operação foi normalizada ao longo do dia.
Na mesma ocasião, a Justiça Eleitoral determinou a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, que estava na França. A ordem foi posteriormente revogada pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), desembargador Maurício Kertzman.
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Sobre o autor
Jornalista formado em 2019. Advogado, formado em 2011, pós-graduado em direito administrativo e direito criminal. Apaixonado por esportes e política, possuo experiência em coberturas eleitorais e esportivas, além de ampla atuação na cobertura do jornalismo local. No mundo das redações,…




