Os eleitores que forem às urnas neste domingo (25), durante o segundo turno das eleições de 2026, precisam ficar atentos às regras de segurança e conduta no dia da votação. Entre as restrições estão o uso de celulares na cabine, o porte de armas próximo aos locais de votação e a tentativa de convencer outras pessoas a escolher determinado candidato.
Uma das principais medidas é a proibição de entrar na cabine de votação com celular ou qualquer equipamento capaz de registrar imagens, vídeos ou áudios. A regra vale mesmo que o aparelho esteja desligado e inclui relógios inteligentes, óculos com câmera e câmeras corporais.
Quem levar esses dispositivos deverá deixá-los no local indicado pela equipe responsável pela seção eleitoral. A medida busca preservar o sigilo do voto e impedir situações de pressão ou coação sobre o eleitor.
Porte de armas tem restrições
O porte de armas é proibido dentro dos locais de votação e em um raio de 100 metros desses espaços. A restrição também alcança pessoas com autorização legal para portar armamento.
Para colecionadores, atiradores desportivos e caçadores, conhecidos como CACs, há uma regra adicional: o transporte de armas fica proibido em todo o território nacional nas 24 horas anteriores e nas 24 horas posteriores à eleição.
As Forças Armadas também devem manter distância mínima de 100 metros das seções eleitorais, salvo quando houver ordem judicial ou autorização do presidente da Mesa Receptora de Votos.
O descumprimento das regras pode levar à prisão em flagrante por porte ilegal de arma, além de eventual responsabilização por crime eleitoral, conforme o caso.
Boca de urna continua proibida
No dia da votação, também é proibido tentar convencer outros eleitores a votar em determinado candidato. A prática, conhecida como boca de urna, não é permitida e pode resultar em responsabilização eleitoral.
A manifestação individual e silenciosa de preferência política, por outro lado, continua autorizada. O eleitor pode usar bandeiras, broches, adesivos e camisetas que indiquem sua escolha, desde que não haja tentativa de abordagem, convencimento ou mobilização de outros votantes.
As medidas buscam garantir que a votação ocorra com segurança, liberdade de escolha e respeito ao sigilo do voto.
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